terça-feira, agosto 30, 2011

A Cruz e o Espírito Santo

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"Descobrimos mais uma vez quão impiamente medíocre é a atitude de honrar com nossa lealdade os cativantes formadores de opinião de nossos dias, se não têm qualquer entendimento da cruz. Recebemos o formidável privilégio de beneficiar-nos do infinitamente sábio plano divino de redenção. Venderemos essa herança maravilhosa por algo ilusório e sem valor?"


D. A. Carson 



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sábado, agosto 27, 2011

A Cruz e a Pregação 03

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... Ele se sentiu chamado por Deus para o ministério cristão, abandonou o jornalismo e logo estabeleceu uma igreja enorme. Muitos dos que frequentavam sua igreja faziam-no somente porque gostavam muito de ouvir suas preleções.
Esse pregador se viu em dificuldades. Percebeu que as pessoas estavam mais interessadas em sua maneira de falar do que em seu Salvador. Depois de muito auto-exame, passou a usar um árabe mais coloquial. Seu raciocínio foi bem simples: seu propósito era transmitir a mensagem da cruz, e chegou à conclusão de que sua retórica estava sendo um impedimento. Esse homem entendeu o apóstolo Paulo.
          O que nos impede?
          Talvez eu fosse injurioso se tentasse elaborar uma lista de coisas que podem ser impedimentos em nossa cultura, não porque ela difere de uma região para outra, e sim porque está sempre mudando. Em vez disso, considerar de movo breve os valores que Paulo (o pregador) expôs seria uma atitude mais sábia e tolerante:
          * Anuncie o testemunho de Deus.
          * Focalize-se no Cristo crucificado.
          * Não tema a incapacidade, a fraqueza ou um senso de derrota.
          * Evite resolutamente manipular as pessoas.
          * Reconheça que um ministério centrado na cruz se caracteriza pelo poder do Espírito e se comprova em vidas transformadas.

D. A. Carson

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quarta-feira, agosto 24, 2011

A Cruz e a Pregação 02

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A única coisa de importância transcendente para o ser humano é o conhecimento de Deus. Esse conhecimento não pertence àqueles que se focalizam incessantemente em si mesmos. Aqueles que chegam a conhecer verdadeiramente a Deus deleitam-se apenas em conhecê-Lo. Ele se torna o centro de suas vidas. Tais pessoas se deleitam, se gloriam e meditam nEle. Querem saber mais e mais como Ele é. Quando aprendem que Ele é o Deus que exercita "misericórdia, juízo e justiça na terra", desejam naturalmente que essas mesmas virtudes prevaleçam - não porque seus egos estão presos a certas idéias arbitrárias de "justiça", e sim porque o seu foco é Deus e Ele é a fonte de suas virtudes e caráter. Eles se gloriam em Deus.


D. A. Carson



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terça-feira, agosto 23, 2011

A Cruz e a Pregação 01

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A graça de Deus pode alcançar qualquer pessoa. Contudo, ser bem reputado na sociedade pagã não é, de modo algum, uma vantagem. Se alguém se achega a Deus com base em alguma suposta sabedoria, riqueza ou poder, tal pessoa é necessariamente rejeitada. Se Deus aceitasse os homens com base nesses critérios, Ele comprometeria a Si mesmo. Seria o pior tipo de esnobe, o tipo de pessoa que é impressionada por vantagens completamente superficiais - como um indivíduo de classe social inferior vestindo um paletó de luxo, desesperado por ser aprovado e ansioso por bajular todo aquele que fala com linguagem polida. Paulo insistiu que essa percepção de Deus é completamente ilógica. Deus não se deixa impressionar pelas filosofias populares, poder político e riqueza extravagante, que o mundo tanto admira. E os crentes de Corinto devem ter reconhecido esse ensino de Paulo e rejeitado por si mesmos essas devoções pagãs. Afinal de contas, a simplicidade do seu contexto de origem deve tê-los alertado quanto ao tipo de pessoa que Deus busca frequentemente.

          Essa é uma verdade que nossa geração não pode ignorar. Por que gostamos de exibir constantemente atletas cristãos, personalidades dos meios de comunicação e cantores populares? Por que devemos imaginar que as suas opiniões ou experiências de graça são mais significativas do que as de qualquer outro crente? Quando conversamos com os incrédulos sobre as pessoas de nossa igreja, pensamos imediatamente nos desprezados e humildes que se tornaram cristãos ou gostamos de impressionar os outros com a importância dos homens e das mulheres que se tornaram cristãos? A maioria do evangelicalismo moderno está infectada pelo vírus do triunfalismo, e a doença resultante destrói a humildade, minimiza a graça e tributa muita honra ao dinheiro, à influência e à "sabedoria" de nossa época.

(Trecho extraído do livro de D. A. Carson "A Cruz E O Ministério Cristão" - Editora Fiel).

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